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Obra que levará água do São Francisco ao agreste da Paraíba entra em fase de testes
  
Assessoria de Comunicação
11/02/2021

Início dos testes com água no lote 1 do Canal Acauã-Araçagi

Dispositivo para liberação da água foi acionado em janeiro

Testes demandarão 90 dias para percorrer os 44,9 Km do lote 1

A extensão total do canal é de 129,18 km

  • Início dos testes com água no lote 1 do Canal Acauã-Araçagi
  • Dispositivo para liberação da água foi acionado em  janeiro
  • Testes demandarão 90 dias para percorrer os 44,9 Km do lote 1
  • A extensão total do canal é de 129,18 km

Maior obra de infraestrutura hídrica do Estado da Paraíba, o Canal Acauã-Araçagi, projetado para levar a água da transposição do Rio São Francisco para 38 municípios do agreste, já entrou em fase de testes e comissionamento dos equipamentos hidromecânicos, mesmo com a suspensão temporária do bombeamento proveniente do Rio Francisco para o Reservatório Acauã, onde se dá a captação para alimentar o Canal – como explica o engenheiro Gilmar Ferreira da Silva, coordenador da equipe técnica da Cobrape, gerenciadora do empreendimento.

Os testes estão sendo realizados no primeiro dos três lotes do empreendimento, já praticamente concluído, com um percentual de execução de 94,38%. Em novembro de 2020, foram feitos os testes e comissionamento a seco. Os testes com água foram iniciados no último dia 26 de janeiro, e demandarão aproximadamente 90 dias para que seja percorrida toda a extensão desse trecho, que é de 44,9 km, desde que haja recarga do reservatório Acauã, seja com água proveniente de chuva ou do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

O Projeto

O projeto do Canal Acauã-Araçagi tem uma extensão total de 129,18 km, compreendendo 16 segmentos de canais abertos com seção trapezoidal, com 104,39 km; cinco trechos de sifões invertidos construídos em tubos de aço para ultrapassar vales de rios e córregos, com 22,92 km; sete aquedutos, com 1,69 km e 0,21 km de galerias para travessias de ferrovia e rodovia. O sistema foi projetado para trabalhar totalmente por gravidade e transportar vazões que variam de 10 m³/s no trecho inicial a 2,5 m³/s no trecho final

Além do lote 1, a ser concluído no próximo mês de maio, as obras avançam no lote 2, com percentual de execução da ordem 68,92% e previsão de conclusão para dezembro. O lote 3, ainda a ser licitado, deve ser executado em dois anos.

Com um custo estimado em R$ 1,42 bilhão nos dois primeiros lotes, o projeto é uma parceria entre o governo da Paraíba e o governo federal, através do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Percurso da Água

O Canal Acauã-Araçagi visa o aproveitamento de águas interiores e águas a serem transpostas através do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco. A obra integrará as bacias hidrográficas da vertente litorânea da Paraíba, a fim de garantir abastecimento de água potável para mais de 600 mil habitantes de 38 municípios da planície costeira interior do Estado, em caráter regular e contínuo e durante o período seco, e a irrigação de 16 mil hectares de terras para agricultura.

Até chegar ao reservatório Acauã (Barragem Argemiro Ferreira), no Município de Itatuba, onde se dará a captação para alimentar o Canal Acauã-Araçagi, a água do Rio São Francisco terá percorrido 265 Km.

A água é captada no Município de Floresta, em Pernambuco, percorrendo 208 Km até atravessar o limite entre os dois estados – o que ocorreu no início de março de 2017. Segue pelo leito do Rio Paraíba até os reservatórios Poções e Camalaú, no Cariri Ocidental, de lá até o Epitácio Pessoa, no município de Boqueirão, prosseguindo até o Acauã.

Gerenciamento das Obras

A Cobrape é responsável  pelo gerenciamento das obras do Canal Acauã-Araçagi desde o início do empreendimento, em 2012. Os serviços executados compreendem, entre outros, a integração das atividades exercidas por todas as empresas contratadas, fornecedores, órgãos públicos e privados e concessionários de serviços públicos; a avaliação do projeto executivo das obras, assim como da fabricação, fornecimento e montagem dos equipamentos previstos e o monitoramento dos aspectos relacionados à gestão ambiental do empreendimento, particularmente no que diz respeito à mitigação e compensação dos impactos ambientais que possam ser causados pelas obras

 
 
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